20 ANOS DE PERCURSO

A Vogue Homes começou no início dos anos 2000 na reabilitação de edifícios em Lisboa. Trabalhar sobre património existente deixou uma convicção que permanece: cada projecto parte da identidade do lugar e não de uma fórmula.

Quando o mercado português se abriu ao capital internacional, entraram promotores estrangeiros com maior dimensão e capacidade financeira. Competir por escala seria competir no terreno deles. A Vogue Homes escolheu o oposto: diferenciação — arquitectura de autor, controlo integrado do projecto e construção nova de maior exigência. Em 2018 contava já com 14 empreendimentos e mais de 250 milhões de euros em activos.

O percurso levou a empresa de Lisboa ao Porto, Oeiras, Cascais, Melides e Algarve, sempre à procura de lugares onde arquitectura, paisagem e escassez permitam projectos com identidade própria. A essa forma de trabalhar deu-se um nome: Fine Living.

O crescimento mantém-se deliberadamente selectivo: ganhar escala apenas quando acrescenta capacidade, nunca à custa do controlo sobre o produto.



Silent Perception

Pop-art painting of a vintage James Bond film poster, in yellow, red and black with dripped paint

O Silent Perception nasce da evolução natural do Fine Living. Num mercado onde a palavra “luxo” se tornou excessivamente utilizada, a Vogue Homes procura uma ideia diferente: o valor não precisa de ser anunciado para ser reconhecido. Deve ser sentido.

Essa percepção constrói-se através da arquitectura, das proporções, da luz natural, do silêncio, da privacidade, do conforto térmico e acústico, da relação entre interior e exterior e da qualidade dos detalhes. Nenhum destes elementos precisa de ser ostensivo. É a forma como trabalham em conjunto que transforma a experiência de habitar.

Silent Perception é a interpretação da Vogue Homes sobre o imobiliário premium contemporâneo: casas cuja qualidade não resulta da demonstração de estatuto, mas do equilíbrio e da autenticidade. Uma sofisticação silenciosa — percebida antes de ser racionalizada.

Não queremos que uma casa precise de demonstrar quanto custou. O premium deve ser uma percepção e não uma afirmação

Joaquim Lico, Founder & CEO

Público Imobiliário, 2026

Arquitectura de Autor


Na Vogue Homes, a arquitectura não é uma camada acrescentada depois da decisão de investimento. É uma das primeiras decisões do projecto.

Trabalhamos com ateliers externos, seleccionados em função do lugar, da escala e do programa. Não procuramos que todos os projectos partilhem a mesma linguagem — procuramos o contrário: que cada um seja reconhecível pela sua singularidade.

A escolha não resulta da notoriedade do arquitecto, mas da capacidade conceptual, do rigor técnico, da compreensão do contexto e de uma visão capaz de acrescentar algo que não antecipámos. A Vogue Homes assume o papel de promotor e curador: define o posicionamento, o programa e os princípios de Fine Living, dando depois espaço à arquitectura para interpretar cada lugar.

O resultado é um portefólio onde convivem reabilitação histórica, arquitectura contemporânea e intervenções ligadas à paisagem. Linguagens diferentes unidas por um mesmo princípio: a arquitectura deve melhorar a forma como se vive.

Saraiva + Associados, architecture studio
Rebelo de Andrade, architecture studio
Openbook, architecture studio
OODA, architecture studio
Correia/Ragazzi Arquitectos, architecture studio
Menos é Mais, architecture studio
RRA Project, architecture studio
Carvalho Araújo, architecture studio